quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Biblia corpos


(Os modos de aumentar o pênis)
(Livro)

O desejo de aumentar o penis parece ser comum a todos os homens, mesmo àqueles que já têm um penis dentro do tamanho considerado normal.

Até_a_alguns anos era difícil de conseguir obter esse desejo, pois as intervenções cirúrgicas e as hormonas para alem de não darem resultados satisfatórios eram muito perigosas. Mas com o avanço da medicina as cirurgias ficaram mais seguras (embora nós continuemos a não recomendar este método a menos que sejam casos extremos) e apareceram vários instrumentos que vieram contribuir positivamente para a possibilidade (agora fácil) de aumentar o penis de forma segura, como os extensores penianos, os comprimidos e os exercícios.

Devido ao desejo e à experiência audaz de alguns indivíduos foi desencadeado nos últimos anos um sistema de exercícios para aumentar o penis mais empírico que cientifico, mas eficaz. No entanto é bom advertir que o principio de qualquer exercício para aumentar o penis atua lentamente, porque o penis não responde aos exercícios da mesma maneira que respondem os músculos.

Quem opta pelos exercícios deve ter em mente que a paciência e a dedicação são qualidades imprescindíveis para obter êxito.

Os exercícios para aumentar o penis oferecem-lhe uma maneira fácil, barata e segura de
aumentar o penis, no entanto, como vai fazer os exercícios pessoalmente, é importante que saiba alguns fatores que determinam o sucesso.  

Como começar a fazer exercícios para aumentar o penis:

A_primeira coisa é escolher qual a técnica que vai utilizar, quais os exercícios que vai desenvolver. A técnica que escolher deve envolver esticar e flexibilizar os músculos do penis e após escolher uma técnica deve manter-se fiel a ela.

É aconselhável que comece por técnicas simples de modo a descobrir como o seu penis reage aos exercícios, aprender as maneiras mais corretas de trabalhar e não correr o perigo de lesionar o penis com algum exercício mais forte.

A segunda coisa é que é preciso adaptar os exercícios a cada pessoa de maneira a obter o maximo de benefícios. Você tem que adaptar os exercicíos à sua própria maneira de maneira a não danificar o penis ou correr o risco de não obter resultados. Daí que começar com uma técnica simples para aprender é essencial antes de mudar para algo mais complicado.

A segurança deve ser a principal preocupação, dai que fazer os exercicios de maneira correta e usar um bom creme (como o
ProSolution Gel) para evitar lesões é essencial.

A terceira coisa é que tem que dar um tempo para o penis recuperar. Os exercícios para aumentar o penis colocam muita pressão no órgão e é preciso deixa-lo recuperar – tal e qual como uma pessoa que começa a fazer exercícios de bodybuilding deve começar com pouco peso e ir adaptando o mesmo ao desenvolver do corpo. Aqui o seguimento de um bom programa para aumentar o penis é indispensável para obter resultados efetivos sem correr riscos.   

Como funcionam os exercícios para aumentar o penis:


Como já deve sabe estes exercícios destinam-se a aumentar o penis tanto em largura como em comprimento, mas há certas coisas que deve entender na maneira como os exercícios funcionam.

O penis é feito essencialmente de tecido muscular e, embora não seja igual aos outros músculos, com exercícios pode aumentar de tamanho. Existem duas categorias de exercícios: força e flexibilidade.

Com_os exercícios de força, normalmente chamados de alongamento, os corpos cavernosos são esticados de modo a encorajar uma maior entrada de sangue para as células cavernosas. Estes exercícios aumentam o tamanho das células assim como estimulam a divisão das mesmas.

Recorde que exercendo pressão, esticando e pressionando o penis você cria uma força que dividirá as células do penis. Estes exercícios têm que ser feitos com o órgão flácido e o crescimento ocorre durante a fase de repouso e não no momento do exercício.

É de notar que para que se note resultados as novas células, assim como aquelas que foram esticadas, têm que ser forçadas a encher com sangue, de maneira que fiquem realmente maiores e para isso nós aconselhamos o uso de um suplemento para aumentar o pénis que “force” o sangue a entrar no penis.

Embora não seja obrigatório o aumento será maior e o tempo pode ser encurtado para menos de metade se utilizar um suplemento diariamente.

Tenha_em atenção que forçar em demasia a divisão das células pode dar razão a uma má cicatrização, o que pode resultar em um penis defeituoso. Por isso o aconselhamos… não se exceda com os exercícios!

A flexibilidade envolve o fortalecimento do músculo pubo coccígeo na base do penis, que liga o pênis ao osso pélvico. Este músculo é o responsável pela manutenção de uma ereção, bem como ajuda a controlar ejaculação. Flexionando este músculo regularmente, você torná-lo mais forte. Portanto, mais sangue ficará retido no penis durante uma ereção, tornando-o maior.

Estes exercícios quando bem executados são muito eficientes e complementam os exercícios de força, pelo que deve utilizar os dois tipos. De qualquer maneira assegure-se que dá tempo ao penis para recuperar entre cada exercício e lembre-se que os resultados não aparecem de um dia para o outro. A paciência é a sua maior virtude.

Na página a seguir vamos então ver na prática em que consistem alguns dos exercícios mais eficientes, e quais os que nós recomendamos.
Os exercícios para aumentar o penis são apenas uma das várias técnicas que você pode utilizar para aumentar o penis naturalmente e embora não seja a mais simples é sem duvida a mais barata. Se tiver paciência para os aplicar durante alguns meses vai obter bons resultados permanentes.

Se ainda não tem experiência em exercícios para aumentar o penis leia antes a primeira parte para saber o que são, como funcionam e como começar a fazer exercícios para aumentar o penis. Ver antes:
Exercícios para Aumentar o Penis 1

Vamos então exemplificar alguns exercícios para que possa escolher os do seu agrado. Tenha em atenção que os exercícios não é a única maneira de aumentar o pénis, nem sequer a mais fácil, e que podem ser conjugados com outros métodos ou com a toma de suplementos para aumentar a rapidez e os resultados conseguidos.  

Exercício para Aumentar o Penis nº 1 – Aquecimento

Deve_começar a sua rotina diária de exercícios para aumentar o penis com este procedimento. Não é bem um exercício mas antes um aquecimento par incrementar a circulação do sangue e tornar a pele mais elástica.

Molhe uma toalha em água quente, escorra o excesso de água e envolva à volta do penis durante cerca de um minuto. Repita mais duas ou três vezes e depois seque bem o penis.

A segunda coisa é aplicar um bom creme lubrificante ou, de preferência um bom creme estimulante, como o
ProSolution Gel para evitar o atrito que pode machucar a pele, causando mesmo dor, evitar qualquer lesão, e permitir um aquecimento mais fácil e suave. Para além disso este creme (ProSolution Gel) também ajuda ao próprio crescimento. É um exercício muito importante que não deve ser saltado porque tem por objetivo impedir lesões do pénis com os exercícios que se seguem.  

Exercício para Aumentar o Penis nº 2 – Alongamento do penis


Este_exercício tem por objetivo tornar o pénis maior, mais comprido e é um dos mais importantes que pode fazer. Se quer realmente aumentar o penis esta é uma técnica que todos asseguram infalível. Pode-se realizar sentado ou em pé e o penis tem que estar flácido ou muito ligeiramente ereto.

Se estiver ereto é inútil pois a dureza dos campos cavernosos impediria qualquer esticamento.

Com a mão bem fechada agarre firmemente o penis pela base até sentir alguma pressão (mas sem sentir dor) e depois deslize a mão firmemente até à grande. Faça-o devagar, entre 5 a 10 segundos até atingir a glande. Então pare nessa posição durante alguns segundos mantendo o penis esticado o mais possível sem causar dor.

Agora sem largar essa mão repita o exercício novamente com a outra mão, esticando-o desde a base até à glande novamente. Repita este exercício várias vezes alternado as mãos – enquanto uma mão mantém o penis esticado pela glande a outra estica-o desde a base. Imagine que está a puxar uma corda e faça movimentos idênticos.

Faça-o durante pelo menos 10 vezes, permitindo períodos de descanso para ele recuperar. O objetivo é começar com secções de 10 vezes e ir aumentando todas as semanas até atingir as 50 vezes. A cada semana deve-se aumentar as vezes que se repete o exercício e também aumentar o tempo de cada um até um maximo de 30 minutos.  

Exercício para Aumentar o Penis nº 3 – Alongamento lateral do penis.


Este_exercício deve ser feito em conjunto com o anterior, logo de seguida, e consiste em alongar o penis na base. Tem por objetivo exercitar e alongar os músculos da base do pénis e com isso alongar (tornar mais comprido) o pénis.

Com a mão a segurar firmemente a glande estique-o para o lado… deve sentir o alongamento na base do lado oposto. Mantenha essa força durante 10 a 15 segundos. Agora faça-o na direção oposta.

Este exercício deve ser feito 5 vezes em cada direção: para o lado esquerdo, para o lado direito, para cima e para baixo, completando um total de 20 vezes. Depois de completar as quatro series faça-o mais uma vez, puxando-o em frente e rode-o ligeiramente em circulo de modo a abranger os músculos da base a toda a volta.

Não alongue o penis demasiado. Leve o tempo necessário a obter os seus objetivos. A pressa apenas leva a que possa sofrer lesões indesejadas.
  

Exercício para Aumentar o Penis nº 4 – Jelq, para aumentar a grossura


Este_exercicio tem como objetivo encher os tecidos esponjosos com sangue de modo a aumentar a tenção do sangue dentro do penis e aumentar o tamanho dos corpos esponjosos e das celular recém criadas com o método de alongamento. Jelqing tem por objetivo aumentar os campos cavernosos de modo a poderem conter mais sangue quando o pénis está ereto. Empurra o sangue para o pénis, segurando-o lá, e depois força ainda mais sangue a entrar, fazendo com que esta pressão aumente o tamanho dos corpos esponjosos e torne o pénis mais grosso e também mais comprido.

Atenção que este exercício não pode ser feito com o penis flácido nem completamente ereto. Tem que estar ereto entre os 60% e os 70% mas NÃO a 100%. Se o penis estiver flácido ou completamente ereto este exercício não terá efeito, tem que estar em um pouco mais do que meio ereto. Deve-se usar um lubrificante como o indicado no aquecimento.

O principio é bastante idêntico aos exercícios para aumentar o penis anteriores mas aqui o objetivo é empurrar o sangue através do penis em vez de estica-lo, propriamente dito. Agarra-se a base do penis com os dedos indicador e polegar a fazer um anel e a palma da mão virada para a frente. Aperta-se o anel o maximo possível sem causar dor e então espreme-se o penis lentamente, deslizando os dedos firmemente desde a base até à cabeça.

Esta_ação faz com que o sangue contido no penis meio ereto faça pressão em todas as direções menos para traz, o que vai obrigar as cavidades cavernosas e encher-se de sangue. Quando uma mão chega à frente já a outra deve estar preparada para repetir a operação novamente.

Para quem começa a fazer este exercício para aumentar o penis pela primeira vez aconselha-se um tempo maximo de apenas 5 minutos, que deve ser aumentado gradualmente até aos 20 minutos durante o espaço de seis semanas.

Lembre-se que o penis deve estar cerca de 70% ereto. Se começar a sentir uma ereção maior ou sentir vontade de ejacular interrompa este exercício até acalmar. Como todos os exercícios, este deve ser adaptado às suas necessidades. Só você consegue determinar qual a pressão que deve exercer para obter resultados sem efeitos secundários.

Depois de concluída uma seção de Jelq o penis pode-se apresentar vermelho e inchado durante meia hora ou mais, o que é normal. Também se pode observar outros efeitos secundários como um intumescimento temporal e pontos vermelhos na glande, que indicam o rompimento de pequenos vasos sanguíneos. Isto não são sinais de alarme, pois é um efeito da intensidade do exercício. No entanto se os sinais são muitos a prudência pode aconselhar a paragem por alguns dias, de modo a que desapareçam os efeitos negativos e começar de novo.

Exercício para Aumentar o pénis nº 5 - Exercitar o Musculo PC


Exercitar o seu músculo pubococcígeo, normalmente chamado de músculo PC é também importante porque embora não aumente propriamente o pénis permite fortalece-lo e melhorar consideravelmente o seu desempenho sexual. Para além disso ajuda-o a controlar a ejaculação, ou seja, a aguentar mais tempo na cama e a massagear a próstata, o que também é muito impotente.

Mas primeiro é preciso “encontrar” esse músculo. Não é difícil. Tudo o que precisa de fazer é da próxima vez que for urinar interromper a mesma – sente a força que é preciso fazer num músculo que fica situado entre o ânus e os testículos? Pois é esse mesmo o musculo PC.

E o melhor destes exercícios é que podem ser feitos em qualquer lugar, a qualquer hora, mesmo em publico sem ninguém se aperceber. Para o exercitar tudo o que precisa fazer é contrai-lo e depois deixa-lo descontrair. Tão simples quanto isto. É um exercício que pode ser feito quando está a ver televisão, enquanto espera pelo transporte ou outra coisa qualquer, quando se deita até adormecer e até mesmo no trabalho.

Faça-o em grupos de 50 vezes, várias vezes ao dia. É aconselhado de que faça 10x50 vezes ao longo do dia, ou seja, 500 vezes por dia. Não tem que seguir este numero criteriosamente (uns dias pode fazer e outros menos) mas tente faze-lo todos os dias.

Nas primeiras vezes a tentação é contrair outros músculos em conjunto, normalmente as coxas e o abdómem. Para verificar se está a contrair o músculo pubococcígeo corretamente coloque dois dedos entre o ânus e os testículos e vai sentir o musculo a contrair por baixo dos seus dedos. Depois de aprender a contrai-lo sem contrair outros músculos já não vai precisar de inserir os dedos e vai pode-lo fazer a qualquer hora, em qualquer lugar.

Conclusão:

Estes são os exercícios mais comuns, e também os mais eficientes, que existem para aumentar o pénis. Esqueça os exercícios complicados e difíceis de aplicar, pois nestas coisas a simplicidade é por vezes a melhor resposta – estes são simples e eficientes, ponto final.

Estes exercícios para aumentar o pénis devem ser feitos todos os dias, sem falhar, mas não demoram muito tempo (pouco mais de uma hora). No entanto requerem sempre um longo período de tempo para fazer efeito (vários meses) e devem ser feitos regularmente (de preferência duas vezes ao dia) para obtenção de resultados eficientes e permanentes.

É preciso perseverança e persistência para os fazer diariamente durante alguns meses, mas pode reduzir o tempo e melhorar a sua eficiência usando certas pilulas para aumentar o pénis ao mesmo tempo que faz os exercícios.
 
 
(Formulas farmacêuticas para aumentar o pênis)
(Livro)
Remédios Para Aumentar o Pênis São Divulgados na Internet Todos os Dias
A importância que nós homens damos ao tamanho do nosso pênis e o interesse para aumentar o pênis é conhecida e isso tem dado origem ao aparecimento de milhares de produtos no mercado. Certamente que você já terá visto publicidade de pílulas, comprimidos. Remédios para aumentar o pênis e até produtos naturais, que prometem um aumento do pênis assombroso e rápido. Esta publicidade está espalhada em toda a internet, e deve ser raro o dia, em que você não tenha que olhar para ela.
A maior parte dos homens bem informados irá duvidar das promessas feitas naquelas publicidades, mas por qualquer razão, você pode começar a pensar se não deveria experimentar um daqueles produtos. Isto pode acontecer, mesmo se você estiver bastante descrente com os resultados que poderá obter. Isto é facilmente explicável, você tem sido exposto a este tipo de publicidade, de forma diária, o que aliado a uma pressão auto imposta para resolver o seu problema, pode levá-lo a querer obter uma solução rápida. Técnicas de Como Aumentar O Pênis usando medicamentos devem ser vistas com cautela.
Os “Remédios Para Aumentar o Pênis” São Muitos os Que se Podem Encontrar Atualmente na Internet.
Vamos olhar então, para um dos remédios para aumentar o tamanho do pênis e analisar todas as as suas afirmações.
Como seria de esperar, a página promocional do referido medicamento, faz toda a espécie de informação que você quer mesmo ouvir. Para iniciar, diz que o seu composto é o resultado de um longo estudo e investigação e que os seus resultados são comprovados. É claro que não demonstram isto de nenhuma forma, apenas afirmam que o método deles é o mais rápido de aumentar o pênis. Eles apenas se preocupam em afirmar e nunca em demonstrar.
Em seguida, referem que o seu medicamento possui ingredientes únicos no mercado, que mais nenhum composto natural possui. Se você pensar como eu, irá achar isto mais perigoso, do que verdadeiramente positivo. Como iremos nós confiar em um medicamento com ingredientes tão desconhecidos?
Eles voltam depois às promessas: o produto deles vai tornar o seu pênis maior em comprimento e em diâmetro e também o vai libertar da ejaculação precoce, enquanto lhe transmite mais potência sexual e melhora os seus orgasmos. Aqui já começam a ser promessas demais, penso que até o homem mais crente irá ficar desconfiado.
Perigosos Sistemas Mostram Como Aumentar o Pênis com Injeções
Agora que já deu para perceber como funciona a promoção dos remédios para aumentar o pênis, vamos ver o que eles afirmam sobre os seus efeitos secundários de tais remédios.
Como você já pode adivinhar, eles afirmam que o seu produto não possui nenhum efeito secundário desagradável. E vão mais longe, mencionam os perigos de outros métodos para aumentar o tamanho do pênis como as cirurgias invasivas, ou manipulação através de massagens para aumentar o tamanho do pênis. Referem ainda, que o seu remédio tem o apoio de uma grande parte da comunidade médica. Certo, você pode experimentar questionar o seu médico sobre o que ele pensa sobre os remédios para aumentar o pênis. A resposta dele será esclarecedora.
E você ainda tem que ter em conta, o alto preço praticado pelos remédios para aumentar o tamanho do pênis. Os produtos mais populares vão-lhe custar cerca de U$ 80 por mês. Sim, você leu bem, 80 dólares por mês para fazer com que você compre algo que não irá funcionar e que provavelmente até pode ter efeitos nefastos para a sua saúde. Muitos dos comerciantes destes remédios vão lhe oferecer campanhas promocionais, oferecendo descontos se você comprar várias unidades do “composto natural”. Alguns destes sites ainda vão prometer devolver a você o dinheiro que gastou, caso não fique satisfeito, o que muitas vezes não acaba por se concretizar na prática. Você tem que se assegurar que lê as letras pequenas, antes de comprar algum produto deste gênero. A única intenção deles é fazer com que você gaste logo, a maior quantidade de dinheiro possível.
Internet Propaga Como Aumentar o Pênis Com Remédio Não Registrados
Nenhum dos remédios para aumentar o tamanho do pênis é realmente seguro, pelo que você deve duvidar e questionar de tudo aquilo que lê nestes sites. Se estes remédios produzissem realmente os efeitos que anunciam, seriam um sucesso de vendas a nível internacional e as suas patentes já estariam sendo disputadas por grandes empresas. Na realidade, eles continuam ano após ano, a fazer a sua campanha enganosa na internet, apostando em publicidade de caráter duvidoso e enviando emails de spam, que vão diretamente para a sua lixeira. Você acha que pode confiar em empresas com este tipo de comportamento?
Estes medicamentos também não estão aprovados nem regulamentados pelas agências e órgãos de saúde. Estas empresas não seguem as regras existentes e as leis que, por exemplo, a indústria farmacêutica é obrigada a seguir. Na verdade, não se sabe muito relativamente à forma como estes produtos são produzidos. Você teria coragem de comprar um produto sobre o qual não sabe nada? Desconhecendo os seus ingredientes e a sua procedência. Estes remédios para aumentar o pênis oferecidos na internet são, frequentemente produzido em condições muito fracas de higiene.

Alguns Remédios para Aumentar o Pênis Foram Testados em Laboratórios

Análises laboratoriais efetuadas a amostras de remédios do gênero, detectaram contaminação por fungos e bactérias e até a presença de hormônios sexuais, nos quais se incluem a testosterona. Esses remédios para aumentar o pênis são verdadeiros cocktails de ingredientes não identificados que podem produzir efeitos bastante graves no corpo e até conduzir a doenças.
Se mesmo após toda esta informação, você ainda tiver dúvida e estiver pensando em avançar para a aquisição de um destes produtos, o melhor será procurar um verdadeiro especialista, como o seu médico. Você não deve ter vergonha, ele está ali mesmo para ajudá-lo e certamente que está habituado a esse gênero de questões. Afinal, qual é o homem que não quer aumentar o tamanho do seu pênis? Aproveite e tire todas as suas dúvidas. Diga-lhe o nome do composto de cada remédios para aumentar o pênis que está pensando usar e se possível, os ingredientes que fazem parte dele. Por certo, o seu médico irá convencê-lo a desistir da ideia e até lhe poderá dar alguns conselhos úteis.
Concluindo, os remédios para aumentar o pênis são um produto potencialmente perigoso, sem resultados nem evidências que possam demonstrar a sua eficiência. Não obedecem a nenhum padrão de qualidade e são promovidos através de publicidades duvidosas. É uma possibilidade que você deve descartar, não se esquecendo que existem outros método que o podem ajudar a aumentar o seu pênis.
A Solução Natural para Aumentar o Pênis pode Existir
Diferente da proposta de tomar uma pílula para aumentar o tamanho do pênis, o Kit Completo Como Aumentar o Pênis vem com uma proposta inovadora de aumento peniano natural.
 
 
Não é de hoje que ouvimos falar das propriedades medicinais das plantas que beneficiam o nosso corpo. Muitos cientistas e médicos dedicam uma vida de trabalho em busca dos melhores extratos naturais que podem substituir facilmente os medicamentos feitos com química.
Esses especialistas fazem isso porque sabem que o poder das plantas é tão grande quanto o dos remédios de farmácia, mas com um porém: os elementos encontrados na natureza tem uma vantagem a mais, pois eles não tem efeitos colaterais. Isto é, a pessoa que consumir não precisa ficar se preocupando com reações negativas no seu organismo e, além disso, qualquer um pode usar já que esse tipo de produto não tem contraindicações.
Você já ouviu falar em Maca Peruana?
A Maca Peruana é uma planta encontrada nos Andes peruanos e tem um valor fitoquímico bastante expressivo e as suas propriedades estão ligadas intimamente à fertilidade e desempenho sexual.
Muitos testes já foram realizados por especialistas que descobriram que essa planta tem efeito afrodisíaco, além de fazer com que os homens produzam mais sêmen, reduz o estresse, o cansaço físico e mental e: aumenta a libido
Há relatos de pessoas que usaram Maca Peruana que dizem que ela também capacidade de emagrecimento. Nutricionistas confirmam que ela combate o inchaço e pode reduzir até 5 kgs em um mês.

Testomaster – O Melhor Estimulante Sexual e Natural

Testomaster é um produto com a excelência Max Fórmula. Ele é um suplemento de origem natural e vitamínica, que tem por objetivo fazer com que o homem aumente o seu desempenho na cama de forma satisfatória.
São cápsulas à base de Maca Peruana e outros elementos orgânicos. Essa planta dos Andes peruanos vai te dar a energia e apetite sexual necessário para potencializar a firmeza do seu pênis e aumentar o seu tempo de orgasmo.
A sua fabricante, a Max Fórmula, desenvolveu um produto que ajuda a auxiliar o homem que tem disfunção erétil e ejaculação precoce, sem precisar que tratamentos em clínicas caras sejam marcados. Você não precisa passar pelo constrangimento de contar o seu problema para outras pessoas.
Basta fazer o uso de Testomaster para ver a sua vida sexual mudar por completo. Além do mais, suas energias estarão reestabelecidas, te proporcionando noites quentes de sexo selvagem.

Principais Benefícios de Testomaster

·         + energia para aguentar maratonas de sexo
·         + ereções firmes e duradouras
·         + desempenho na cama
·         + apetite sexual e libido elevada
·         + testosterona produzida naturalmente
·         + orgasmos longos e potentes
·         + massa muscular
·         + virilidade
·         + prazer e disposição
·         + mulheres aos seus pés
É por isso que você precisa testar esse suplemento agora mesmo. O que te impede? Não existem contraindicações e nem efeitos colaterais, é um tratamento recomendado por nutricionistas e ainda por cima ajuda a queimar a gordura abdominal indesejada.

Desvantagens de Tomar Testomaster

·         Como você vai ficar excitado com mais facilidade porque seus corpos cavernosos estarão cheios de sangue, pode ser que seja constrangedor seu pênis ficar duro em momentos impróprios.
·         As mulheres vão cair aos seus pés porque vão ver que você estará mais viril e musculoso e elas podem te fazer propostas indecentes. Se você for casado isso pode ser um problema.

Como tomar Testomaster

Siga as recomendações da embalagem corretamente e se achar necessário, tome as cápsulas com ajuda de um copo de agua, refresco ou suco. Com Testomaster você terá o máximo de prazer sexual, vai experimentar orgasmos mais intensos e duradouros, sua virilidade estará em alta, vai ter ereções mais longas e aumentar muito o seu apetite sexual.
Testomaster é destinado para homens que estão sofrendo com problemas de disfunção erétil (broxa) e ejaculação precoce (goza antes da parceira). Não existe uma idade específica para começar este tratamento, mas é sabido que homens mais velhos (acima de 30) podem precisar mais desse auxílio, já que a produção de testosterona diminui e as chances de ficar com um pênis caído e molenga são maiores.
Por isso reverta logo esse quadro e se tiver menos de 30 anos já pode ir prevenindo e não deixar que isso aconteça com você.
Não tem nada mais constrangedor para um homem ter que explicar para a sua parceira o que aconteceu na hora H e não ter funcionado. Por isso, se eu fosse você eliminaria logo essas chances e partiria só para as coisas boas, como ter todas essas vantagens tomando Testomaster
 

Viagra - Bula do remédio

Viagra com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Viagra têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Viagra devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.
Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Pfizer

Apresentação de Viagra

Viagra® comprimidos revestidos de 25 mg em embalagem contendo 4 comprimidos. Viagra® comprimidos revestidos de 50 mg em embalagens contendo 1, 2, 4 ou 8 comprimidos. Viagra® comprimidos revestidos de 100 mg em embalagem contendo 4 comprimidos.

VIA DE ADMINISTRAÇÃO: ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de Viagra® 25 mg, 50 mg ou 100 mg contém citrato de sildenafila equivalente a 25 mg, 50 mg ou 100 mg de sildenafila base, respectivamente. Excipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico anidro, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, Opadry® Azul (hipromelose, lactose, triacetina, índigo carmim alumínio laca e dióxido de titânio) e Opadry® Transparente (hipromelose e triacetina).

Viagra - Indicações

Viagra® (citrato de sildenafila) está indicado para o tratamento da disfunção erétil, que se entende como sendo a incapacidade de atingir ou manter uma ereção suficiente para um desempenho sexual satisfatório. Para que Viagra® seja eficaz, é necessário estímulo sexual.

Contra-indicações de Viagra

O uso do Viagra® está contraindicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida ao fármaco ou a qualquer componente da fórmula. Foi demonstrado que Viagra® potencializa o efeito hipotensor dos nitratos de uso agudo ou crônico, estando, portanto, contraindicada a administração a pacientes usuários de qualquer forma doadora de óxido nítrico, nitratos orgânicos ou nitritos orgânicos; tanto os de uso frequente quanto os de uso intermitente (vide item 6. Interações Medicamentosas). Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes em tratamento com medicamentos que contenham qualquer forma doadora de óxido nítrico, nitratos orgânicos ou nitritos orgânicos. Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres. Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Advertências

O conhecimento da história clínica e a realização de um exame físico completo são necessários para se diagnosticar a disfunção erétil, determinar as prováveis causas e identificar o tratamento adequado. Existe um grau de risco cardíaco associado à atividade sexual. Portanto, os médicos podem requerer uma avaliação da condição cardiovascular dos seus pacientes antes de iniciarem qualquer tratamento para a disfunção erétil. Os agentes para o tratamento da disfunção erétil não devem ser utilizados em homens para os quais a atividade sexual esteja desaconselhada. Foram relatados eventos cardiovasculares graves pós-comercialização, incluindo infarto do miocárdio, morte cardíaca repentina, arritmia ventricular, hemorragia cerebrovascular e ataque isquêmico transitório em associação temporal com o uso de Viagra® para a disfunção erétil. A maioria, mas não todos os pacientes, tinha fatores de risco cardiovascular pré-existente. Foi relatado que muitos desses eventos ocorreram durante ou logo após a atividade sexual e poucos foram relatados com ocorrência logo após o uso de Viagra® sem atividade sexual. Relatou-se que outros ocorreram horas ou dias após o uso de Viagra® e atividade sexual. Não é possível determinar se esses eventos estão relacionados diretamente ao uso de Viagra®, à atividade sexual, a pacientes com doença cardiovascular de base, à combinação desses fatores ou outros fatores. Nos estudos clínicos, foi demonstrado que a sildenafila tem propriedades vasodilatadoras sistêmicas que resultam em uma diminuição transitória na pressão sanguínea (vide item 3. Características Farmacológicas). Este resultado traz pouca ou nenhuma consequência para a maioria dos pacientes. Entretanto, antes da sildenafila ser prescrita, os médicos devem considerar cuidadosamente se seus pacientes com alguma doença pré-existente poderiam ser afetados de maneira adversa por esse efeito vasodilatador, especialmente quando em combinação com a atividade sexual. Pacientes que têm alta susceptibilidade a vasodilatadores incluem aqueles que apresentam obstrução do fluxo de saída do ventrículo esquerdo (por ex., estenose aórtica, cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva) ou aqueles com uma síndrome rara de atrofia de múltiplos sistemas, se manifestando como um controle autônomo da pressão sanguínea gravemente comprometido. Neuropatia óptica isquêmica anterior não-arterítica (NAION), condição rara e uma causa da diminuição ou perda da visão, foi raramente relatada na pós-comercialização com o uso de todos os inibidores da PDE-5, incluindo a sildenafila. A maioria destes pacientes apresentava fatores de risco como baixa taxa de disco óptico ("crowded disc"), idade superior a 50 anos, diabetes, hipertensão, doença arterial coronariana, hiperlipidemia e tabagismo. Um estudo observacional avaliou se o uso recente de inibidores de PDE-5, como classe, foi associado ao início agudo de NAION. Os resultados sugerem um aumento aproximado de duas vezes no risco de NAION dentro de 5 meia vidas de uso do inibidor de PDE-5. Com base na literatura publicada, a incidência anual de NAION é de 2,5-11,8 casos por 100.000 homens com idade ≥50 por ano na população geral. Os indivíduos que já apresentaram NAION têm risco aumentado de recorrência. Portanto, os médicos devem discutir esse risco com esses pacientes e se eles podem ser adversamente afetados pelo uso de inibidores de PDE- 5. Os inibidores de PDE-5, incluindo a sildenafila, devem ser usados com cautela nesses pacientes e apenas quando os benefícios antecipados superarem os riscos. Casos de diminuição ou perda repentina de audição foram relatados em pequeno número de pacientes na pós- comercialização e em estudos clínicos com o uso de todos os inibidores da PDE5, incluindo a sildenafila. A maioria destes pacientes apresentava fatores de risco para este evento. Não foi identificada relação causal entre o uso de inibidores de PDE5 e hipoacusia. Em caso de diminuição ou perda repentina da audição e/ou visão, os pacientes devem ser advertidos a interromper imediatamente o uso de Viagra® e a consultarem o médico. Recomenda-se cautela na administração concomitante de sildenafila em pacientes recebendo α-bloqueadores, pois a coadministração pode levar à hipotensão sintomática em alguns indivíduos suscetíveis (vide item 6. Interações Medicamentosas). A fim de diminuir o potencial de desenvolver hipotensão postural, o paciente deve estar estável hemodinamicamente durante a terapia com α-bloqueadores antes de iniciar o tratamento com sildenafila. Deve-se considerar a menor dose de sildenafila para iniciar a terapia (vide item 8. Posologia e Modo de Usar). Além do mais, o médico deve alertar o que o paciente deve fazer caso ele apresente sintomas de hipotensão postural. Uma minoria dos pacientes que têm retinite pigmentosa hereditária apresenta alterações genéticas das fosfodiesterases da retina. Não existem informações relativas à segurança da administração de Viagra® a pacientes com retinite pigmentosa. Portanto, Viagra® deve ser administrado com precaução a esses pacientes. Estudos in vitro com plaquetas humanas indicam que a sildenafila potencializa o efeito antiagregante do nitroprussiato de sódio (um doador de óxido nítrico). Não existem informações relativas à segurança da administração de Viagra® a pacientes com distúrbios hemorrágicos ou com úlcera péptica ativa. Por esse motivo, Viagra® deve ser administrado com precaução a esses pacientes. Os agentes para tratamento da disfunção erétil devem ser utilizados com precaução em pacientes com deformações anatômicas do pênis (tais como angulação, fibrose cavernosa ou doença de Peyronie) ou em pacientes com condições que possam predispô-los ao priapismo (tais como anemia falciforme, mieloma múltiplo ou leucemia). A segurança e a eficácia das associações de Viagra® com outros tratamentos para a disfunção erétil não foram estudadas. Portanto, o uso dessas associações não é recomendado.



USO DURANTE A GRAVIDEZ E LACTAÇÃO
Viagra® não está indicado para o uso em mulheres. Não foi observada evidência de teratogenicidade, embriotoxicidade ou fetotoxicidade em ratos e coelhos que receberam até 200 mg/kg/dia de sildenafila durante a organogênese. Estas doses representam, respectivamente, cerca de 20 a 40 vezes a DMRH (dose máxima recomendada para humanos) na base de mg/m2, em um indivíduo de 50 kg. Não existem estudos adequados e bem controlados da sildenafila em mulheres grávidas e lactantes.

USO EM IDOSOS
O ajuste de dose não é necessário para pacientes idosos.

EFEITOS NA HABILIDADE DE DIRIGIR E DE OPERAR MÁQUINAS
Não foi estudado o efeito de Viagra® sobre a habilidade de dirigir ou operar máquinas.

Interações medicamentosas de Viagra

EFEITOS DE OUTROS MEDICAMENTOS SOBRE O Viagra®
Estudos in vitro
O metabolismo da sildenafila é mediado principalmente pelas isoformas do citocromo P450 (CYP), 3A4 (via principal) e 2C9 (via secundária). Portanto, inibidores dessas isoenzimas podem reduzir o clearance da sildenafila e os indutores podem aumentá-lo.

Estudos in vivo
Os dados farmacocinéticos populacionais de pacientes em estudos clínicos indicaram uma diminuição do clearance da sildenafila quando coadministrada com inibidores do citocromo CYP3A4 (tais como o cetoconazol, eritromicina ou cimetidina).
A cimetidina (800 mg), um inibidor do citocromo P450 e um inibidor não-específico CYP3A4, causou um aumento de 56% na concentração plasmática da sildenafila, quando coadministrada com Viagra® 50 mg a voluntários sadios. Quando uma dose única de 100 mg de Viagra® foi administrada com eritromicina, um inibidor específico do CYP3A4, no estado de equilíbrio (500 mg, 2 vezes por dia por 5 dias) houve um aumento de 182% na exposição sistêmica à sildenafila (ASC). Além disso, a coadministração de sildenafila (100 mg em dose única) e saquinavir (um inibidor da protease HIV), que também é um inibidor do CYP3A4, no estado de equilíbrio (1200 mg, 3 vezes por dia), resultou em um aumento de 140% na Cmáx e de 210% na ASC da sildenafila. A sildenafila não afetou a farmacocinética do saquinavir (vide item 8. Posologia e Modo de Usar). Espera-se que inibidores mais potentes do CYP3A4, tais como o cetoconazol e o itraconazol, apresentem efeitos maiores. A coadministração de sildenafila (100 mg em dose única) e ritonavir (um inibidor da protease HIV), que também é um potente inibidor do citocromo P450, no estado de equilíbrio (500 mg, 2 vezes por dia), resultou em um aumento de 300% (4 vezes) na Cmáx e de 1000% (11 vezes) na ASC plasmática da sildenafila. Após 24 horas, os níveis de sildenafila no plasma ainda eram de aproximadamente 200 ng/mL, comparados a aproximadamente 5 ng/mL quando a sildenafila foi administrada sozinha. Este dado é consistente com os efeitos marcantes do ritonavir em um espectro variado de substratos do citocromo P450. A sildenafila não apresentou qualquer efeito sobre a farmacocinética do ritonavir (vide item 8. Posologia e Modo de Usar). Quando doses de sildenafila foram administradas, conforme recomendação, em pacientes recebendo inibidores potentes do citocromo CYP3A4, a concentração plasmática máxima de sildenafila livre não foi superior a 200 nM em todos os indivíduos avaliados, e foram bem toleradas. Doses únicas de antiácidos (hidróxido de magnésio/hidróxido de alumínio) não exerceram qualquer efeito sobre a biodisponibilidade de Viagra®. Os dados farmacocinéticos dos pacientes incluídos em estudos clínicos não demonstraram qualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética da sildenafila, quando essas medicações foram agrupadas da seguinte forma: inibidores do citocromo CYP2C9 (tais como tolbutamida, varfarina), inibidores do citocromo CYP2D6 (tais como os inibidores seletivos da recaptação de serotonina, antidepressivos tricíclicos), tiazidas e diuréticos relacionados, inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA) e bloqueadores de canais de cálcio. A ASC do metabólito ativo, N-desmetil sildenafila, estava aumentada em 62% por diuréticos de alça e poupadores de potássio e 102% pelos beta-bloqueadores não específicos. Não se espera que estes efeitos sobre o metabólito tenham consequências clínicas. Em voluntários sadios do sexo masculino não existiram evidências sobre o efeito da azitromicina (500 mg diários, por 3 dias) na ASC, Cmáx, Tmáx, constante da taxa de eliminação ou na meia-vida da sildenafila ou de seu principal metabólito circulante.



EFEITOS DO Viagra® SOBRE OUTROS MEDICAMENTOS
Estudos in vitro
A sildenafila é um fraco inibidor das isoformas do citocromo P450, 1A2, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A4 (IC50 > 150 μM). Uma vez que o pico de concentração plasmática da sildenafila é de aproximadamente 1 μM após as doses recomendadas, é improvável que Viagra® altere o clearance dos substratos dessas isoenzimas.

Estudos in vivo
Foi demonstrado que Viagra® potencializa o efeito hipotensor da terapêutica com nitratos, tanto de uso agudo quanto crônico. Portanto, o uso de qualquer forma doadora de óxido nítrico, nitratos ou nitritos orgânicos, de uso regular ou intermitente com Viagra®, é contraindicado (vide item 4.Contraindicações). Em 3 estudos específicos de interação fármaco-fármaco, o α-bloqueador doxazosina (4 mg e 8 mg) e a sildenafila (25 mg, 50 mg ou 100 mg) foram administrados simultaneamente a pacientes com hiperplasia prostática benigna (HPB) estável em tratamento com doxazosina. Foi observado, nesta população de estudo, que a redução adicional média da pressão sanguínea na posição supina foi de 7/7 mmHg, 9/5 mmHg e 8/4 mmHg, e a redução adicional média da pressão sanguínea em pé foi de 6/6 mmHg, 11/4 mmHg e 4/5 mmHg, respectivamente. Quando a sildenafila é coadministrada com doxazosina em pacientes estáveis em tratamento com doxazosina, houve relatos infrequentes de pacientes que apresentaram hipotensão postural sintomática. Estes relatos incluíram tontura e sensação de cabeça vazia, mas sem desmaio. A coadministração de sildenafila a pacientes em tratamento com α-bloqueadores pode levar à hipotensão sintomática em alguns indivíduos suscetíveis (vide itens 5. Advertências e Precauções e 8. Posologia e Modo de Usar). Não foi demonstrada interação significativa quando a sildenafila (50 mg) foi coadministrada com a tolbutamida (250 mg) ou varfarina (40 mg), sendo que ambas são metabolizadas pelo citocromo CYP2C9.
Viagra® (100 mg) não afetou a farmacocinética do estado de equilíbrio dos inibidores da protease HIV, saquinavir e ritonavir, ambos substratos do citocromo CYP3A4.
Viagra® (50 mg) não potencializou o aumento no tempo de sangramento provocado pelo ácido acetilsalicílico (150 mg) e os efeitos hipotensores do álcool em voluntários sadios com níveis médios máximos de álcool no sangue de 0,08% (80 mg/dL).
Não foi observada interação quando a sildenafila 100 mg foi coadministrada com anlodipino em pacientes hipertensos. A média da redução adicional da pressão arterial na posição supina foi de 8 mmHg (sistólica) e 7 mmHg (diastólica).


A análise de dados sobre segurança não demonstrou qualquer diferença no perfil de efeitos colaterais em pacientes tratados com Viagra®, na presença e ausência de medicação anti-hipertensiva.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Viagra

Os eventos adversos foram, em geral, transitórios e de natureza leve a moderada.
Em estudos de dose fixa, a incidência de alguns eventos adversos aumentou com a dose. A natureza dos eventos em estudos de dose flexível, que refletem de forma mais adequada o regime posológico recomendado, foi semelhante àquela observada nos estudos de dose fixa.
As reações adversas mais comumente relatadas foram cefaleia e rubor, ambas ocorrendo em mais que 10% dos pacientes. As reações adversas estão listadas por sistemas e órgãos e classificadas pela frequência. As frequências são definidas como: reação muito comum (> 1/10) e reação comum (> 1/100 e < 1/10).
Sistema Nervoso: Muito Comuns: cefaleia (sildenafila: 10,8% vs placebo: 2,8%). Comuns: tontura (sildenafila: 2,9% vs placebo: 1,0%).
Vascular: Muito Comuns: vasodilatação (rubor) (sildenafila: 10,9% vs placebo: 1,4%).
Ocular: Comuns: visão anormal (visão turva, sensibilidade aumentada à luz) (sildenafila: 2,5% vs placebo: 0,4%) e cromatopsia (leve e transitória, predominantemente distorção de cores) (sildenafila: 1,1% vs placebo: 0,03%).
Cardíaco: Comuns: palpitação (sildenafila: 1,0% vs placebo: 0,2%).
Respiratório, torácico e mediastinal: Comuns: rinite (congestão nasal) (sildenafila: 2,1% vs placebo: 0,3%).
Gastrintestinal: Comuns: dispepsia (sildenafila: 3,0% vs placebo: 0,4%).
Nas doses acima da variação de dose recomendada, eventos adversos foram semelhantes àqueles detalhados acima, mas foram relatados com mais frequência.
Após a análise de estudos clínicos duplo-cegos, placebo-controlados, envolvendo mais de 700 pessoas-ano utilizando placebo e mais de 1300 pessoas-ano tratadas com sildenafila, observou-se que não há diferenças entre a taxa de incidência de infarto do miocárdio e a taxa de mortalidade cardiovascular quando os pacientes tratados com sildenafila foram comparados àqueles recebendo placebo. A taxa de incidência de infarto do miocárdio foi de 1,1 por 100 pessoas-ano, para homens recebendo tanto placebo quanto sildenafila. E a taxa de incidência de mortalidade cardiovascular foi de 0,3 por 100 pessoas-ano, para homens recebendo tanto placebo quanto sildenafila.

Os seguintes eventos adversos foram relatados durante o período pós-comercialização:
Sistema imune: reação de hipersensibilidade (incluindo rash cutâneo)
Sistema Nervoso: convulsão, convulsão recorrente.
Cardíaco: taquicardia
Vascular: hipotensão, síncope, epistaxe
Gastrintestinal: vômito
Ocular: dor ocular, olhos vermelhos
Sistema reprodutivo e mama: ereção prolongada e/ou priapismo



Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária - NOTIVISA, disponível em http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária
Estadual ou Municipal.

Viagra - Posologia

Os comprimidos de Viagra® destinam-se à administração por via oral.

USO EM ADULTOS: Para a maioria dos pacientes, a dose recomendada é de 50 mg em dose única, administrada quando necessária e aproximadamente 1 hora antes da relação sexual. De acordo com a eficácia e tolerabilidade, a dose pode ser aumentada para uma dose máxima recomendada de 100 mg ou diminuída para 25 mg. A dose máxima recomendada é de 100 mg. A frequência máxima recomendada de Viagra® é de 1 vez ao dia.

USO EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL: Não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência renal leve a moderada (clearance de creatinina = 30 – 80 mL/min). Uma vez que o clearance da sildenafila é reduzido em pacientes com insuficiência renal grave (clearance de creatinina < 30 mL/min), uma dose de 25 mg deve ser considerada.

USO EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA: Uma vez que o clearance da sildenafila é reduzido em pacientes com insuficiência hepática (por ex.: cirrose), uma dose de 25 mg deve ser considerada.

USO EM PACIENTES QUE UTILIZAM OUTRAS MEDICAÇÕES: Considerando a extensão da interação em pacientes em tratamento concomitante com sildenafila e ritonavir (vide item 6. Interações Medicamentosas), recomenda-se não exceder a dose única máxima de 25 mg de sildenafila dentro de um período de 48 horas. Uma dose inicial de 25 mg deve ser considerada em pacientes recebendo terapia concomitante com inibidores da CYP3A4 (por ex.: eritromicina, saquinavir, cetoconazol, itraconazol) (vide item 6. Interações Medicamentosas).
A fim de diminuir o potencial de desenvolver hipotensão postural, o paciente deve estar estável durante a terapia com α-bloqueadores principalmente no início do tratamento com sildenafila. Além disso, deve-se considerar a menor dose de sildenafila para iniciar a terapia (vide itens 5. Advertências e Precauções e 6. Interações Medicamentosas). Foi demonstrado que Viagra® potencializa o efeito hipotensor dos nitratos. Portanto, a administração a pacientes que fazem uso de medicamentos doadores de óxido nítrico ou nitratos sob qualquer forma, é contraindicada.

USO EM CRIANÇAS: Viagra® não é indicado para o uso em crianças (< 18 anos).

USO EM IDOSOS: O ajuste de dose não é necessário para pacientes idosos.



Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Superdosagem

Em estudos realizados com voluntários sadios utilizando doses únicas de até 800 mg, os eventos adversos foram semelhantes àqueles observados com doses inferiores; no entanto, a taxa de incidência e gravidade foram maiores. Em casos de superdosagem, medidas gerais de suporte devem ser adotadas conforme a necessidade.
Uma vez que a sildenafila se encontra fortemente ligada às proteínas plasmáticas e não é eliminada pela urina, não se espera que a diálise renal possa acelerar o clearance da sildenafila.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Características farmacológicas

PROPRIEDADES FARMACODINÂMICAS
A sildenafila sob a forma de sal citrato, é uma terapêutica oral para a disfunção erétil. A sildenafila é um inibidor seletivo da fosfodiesterase-5 (PDE-5), específica do monofosfato de guanosina cíclico (GMPc). Mecanismo de Ação - o mecanismo fisiológico responsável pela ereção do pênis envolve a liberação de óxido nítrico nos corpos cavernosos durante a estimulação sexual. O óxido nítrico ativa a enzima guanilato ciclase, que por sua vez induz um aumento dos níveis de monofosfato de guanosina cíclico (GMPc), produzindo um relaxamento da musculatura lisa dos corpos cavernosos, permitindo o influxo de sangue. A sildenafila não exerce um efeito relaxante diretamente sobre os corpos cavernosos isolados de humanos, mas aumenta o efeito relaxante do óxido nítrico através da inibição da fosfodiesterase-5 (PDE-5), a qual é responsável pela degradação do GMPc no corpo cavernoso. Quando a estimulação sexual causa a liberação local de óxido nítrico, a inibição da PDE-5 causada pela sildenafila aumenta os níveis de GMPc no corpo cavernoso, resultando no relaxamento da musculatura lisa e no influxo de sangue nos corpos cavernosos. A sildenafila, nas doses recomendadas, não exerce qualquer efeito sobre a ausência de estimulação sexual. Estudos in vitro mostraram que a sildenafila é seletiva para a PDE-5. Seu efeito é mais potente para a PDE-5 quando comparado a outras fosfodiesterases conhecidas (10 vezes para a PDE-6, > 80 vezes para a PDE-1 e > 700 vezes para a PDE-2, PDE-3, PDE-4, PDE- 7 e PDE-11). A seletividade da sildenafila, aproximadamente 4000 vezes maior para a PDE-5 versus a PDE-3, é importante, uma vez que a PDE-3 está envolvida no controle da contratilidade cardíaca.

ESTUDOS CLÍNICOS
Cardíacos - Não foram observadas alterações clinicamente significativas no ECG de voluntários sadios do sexo masculino que receberam doses únicas orais de Viagra® de até 100 mg. O valor médio da redução máxima da pressão arterial sistólica na posição supina, após uma dose oral de 100 mg, foi de 8,3 mmHg. O valor correspondente da pressão arterial diastólica foi de 5,3 mmHg. Um efeito mais significativo, porém igualmente transitório, na pressão arterial foi observado em pacientes recebendo nitratos e Viagra® concomitantemente (vide item 4. Contraindicações e vide item 6. Interações Medicamentosas). Em um estudo dos efeitos hemodinâmicos de uma dose única oral de 100 mg de sildenafila, em 14 pacientes com doença arterial coronária (DAC) grave (pelo menos uma artéria coronária com estenose > 70%), a pressão sanguínea média sistólica e diastólica, no repouso, diminuiu 7% e 6%, respectivamente, comparada à linha de base. A pressão sanguínea sistólica pulmonar média diminuiu 9%. A sildenafila não apresentou efeitos sobre o débito cardíaco, não prejudicou o fluxo de sangue através das artérias coronárias com estenose e resultou em melhora (aproximadamente 13%) na reserva do fluxo coronário induzido por adenosina (tanto nas artérias com estenose como nas artérias de referência). Em um estudo duplo-cego, placebo-controlado, 144 pacientes com disfunção erétil e angina estável que estavam utilizando suas medicações antianginosas usuais (com exceção de nitratos) foram submetidos a exercícios até o limite da ocorrência de angina. O tempo de exercício de esteira foi significativa e estatisticamente superior (19,9 segundos; intervalo de confiança de 95%: 0,9–38,9 segundos) nos pacientes avaliáveis que haviam ingerido uma dose única de 100 mg de sildenafila, em comparação aos pacientes que ingeriram placebo em dose única. O período médio de exercício (ajustado para a linha de base) para o início da angina limitante foi de 423,6 segundos para sildenafila e de 403,7 segundos para o placebo. Foi realizado um estudo randomizado, duplo-cego, placebo-controlado, com dose flexível (sildenafila até 100 mg) em homens (n = 568) com disfunção erétil e hipertensão arterial tomando dois ou mais medicamentos anti-hipertensivos. A sildenafila melhorou as ereções em 71% dos homens comparada a 18% no grupo que recebeu placebo. Houve 62% de tentativas de relação sexual bem-sucedidas no grupo que recebeu a sildenafila comparadas a 26% no grupo que recebeu placebo. A incidência de eventos adversos foi consistente quando comparado a outras populações de pacientes, assim como em indivíduos que tomam três ou mais agentes anti-hipertensivos. Visual - Utilizando-se o teste de coloração de Farnsworth-Munsell 100, foi observado em alguns indivíduos alterações leves e transitórias na distinção de cores (azul/verde) uma hora após a administração de uma dose de 100 mg; 2 horas após a administração, não foram observados efeitos evidentes. O mecanismo aceito para essa alteração na distinção de cores está relacionado à inibição da fosfodiesterase-6 (PDE-6), que está envolvida na cascata de fototransdução da retina. Estudos in vitro demonstram que a sildenafila é 10 vezes menos potente para a PDE-6 do que para a PDE-5. A sildenafila não exerce efeitos sobre a acuidade visual, sensibilidade de contrastes, eletroretinogramas, pressão intraocular ou pupilometria. Um estudo clínico cruzado, placebo- controlado, com pacientes com degeneração macular precoce comprovadamente relacionada à idade (n = 9), demonstrou que a sildenafila (dose única de 100 mg) foi bem tolerada e não resultou em alterações clinicamente significativas nos testes visuais conduzidos (acuidade visual, escala de Amsler, discriminação de cores, simulação de luzes de trânsito, perímetro de Humphrey e foto estresse).



PROPRIEDADES FARMACOCINÉTICAS
A sildenafila apresenta uma farmacocinética dose-proporcional, dentro do intervalo de doses recomendadas. A sildenafila é eliminada predominantemente através do metabolismo hepático (principalmente via citocromo P450 3A4), e é convertida a um metabólito ativo com propriedades semelhantes à sildenafila inalterada. Absorção - A sildenafila é rapidamente absorvida após administração oral, apresentando uma biodisponibilidade absoluta média de 41% (variando entre 25 - 63%). A sildenafila, a uma concentração equivalente a 3,5 nM, inibe em 50% a atividade da enzima humana PDE-5, in vitro. Em homens, a média da concentração plasmática máxima de sildenafila livre, após a administração de uma dose única oral de 100 mg, é de aproximadamente 18 ng/mL ou 38 nM. As concentrações plasmáticas máximas observadas são atingidas de 30 a 120 minutos (em média 60 minutos) após uma dose oral, em jejum. Quando a sildenafila é administrada com uma refeição rica em lípides, a taxa de absorção é reduzida, verificando-se um atraso médio de 60 minutos no Tmáx e uma redução média de 29% na Cmáx, contudo, a extensão de absorção não foi significativamente afetada (ASC reduzida em 11%). Distribuição - O volume médio de distribuição da sildenafila no estado de equilíbrio (steady-state) é de 105 litros, indicando sua distribuição nos tecidos. A sildenafila e o seu principal metabólito circulante, o N-desmetil, apresentam uma ligação às proteínas plasmáticas de aproximadamente 96%. A ligação proteica é independente da concentração total do fármaco. Com base nas medidas de sildenafila no sêmen de voluntários sadios, foi demonstrado que menos de 0,0002% (em média 188 ng) da dose administrada estava presente no sêmen, 90 minutos após a administração do fármaco. Metabolismo: A sildenafila sofre depuração hepática principalmente pelas isoenzimas microssomais CYP3A4 (via principal) e CYP2C9 (via secundária). O principal metabólito circulante, que mais tarde também é metabolizado, resulta da N-desmetilação da sildenafila. Esse metabólito apresenta perfil de seletividade para as fosfodiesterases semelhante a da sildenafila e potência de inibição in vitro para a PDE-5 de aproximadamente 50% da verificada para o fármaco inalterado. As concentrações plasmáticas desse metabólito são de aproximadamente 40% da verificada para a sildenafila em voluntários sadios. O metabólito N-desmetil é amplamente metabolizado, apresentando meia-vida terminal de aproximadamente 4 h. Eliminação: O clearance total da sildenafila é de 41 L/h, com meia-vida terminal de 3-5 horas. Após administração oral ou intravenosa, a sildenafila é excretada sob a forma de metabólitos, predominantemente nas fezes (aproximadamente 80% da dose oral administrada) e em menor quantidade na urina (aproximadamente 13% da dose oral administrada).



FARMACOCINÉTICA EM GRUPOS DE PACIENTES ESPECIAIS
Idosos - Voluntários sadios idosos (65 anos ou mais) apresentaram uma redução no clearance da sildenafila, resultando em concentrações plasmáticas aproximadamente 90% maiores de sildenafila e o metabólito ativo N- desmetil comparado àquelas observadas em voluntários sadios mais jovens (18-45 anos). Devido a diferenças de idade na ligação às proteínas plasmáticas, o aumento correspondente na concentração plasmática da sildenafila livre foi de aproximadamente 40%.
Insuficiência Renal - Em voluntários com insuficiência renal leve (clearance de creatinina = 50-80 mL/min) e moderada (clearance de creatinina = 30-49 mL/min), a farmacocinética a uma dose única oral de sildenafila (50 mg) não foi alterada. Em voluntários com insuficiência renal grave (clearance de creatinina ≤ 30 mL/min), o clearance da sildenafila se mostrou reduzido, resultando em um aumento da ASC (100%) e da Cmáx (88%), quando comparado com indivíduos de idade semelhante, sem insuficiência renal (vide item 8. Posologia e Modo de Usar). Além disso, os valores da ASC e Cmáx do metabólito N-desmetil foram significativamente aumentados em 200% e 79%, respectivamente, em indivíduos com insuficiência renal grave comparado a indivíduos com função renal normal.
Insuficiência Hepática - Em voluntários com cirrose hepática (classe A e B de Child-Pugh) o clearance da sildenafila se mostrou reduzido, resultando em um aumento da ASC (85%) e da Cmáx (47%), quando comparado com indivíduos de idade semelhante, sem insuficiência hepática (vide item 8. Posologia e Modo de Usar). A farmacocinética da sildenafila em pacientes com insuficiência hepática grave (classe C de Child-Pugh) não foi estudada.

DADOS DE SEGURANÇA PRÉ-CLÍNICOS
Carcinogênese, Mutagênese, Prejuízo da Fertilidade - A sildenafila não foi carcinogênica quando administrada a ratos por 24 meses, com uma dose que resultou em uma exposição sistêmica total ao fármaco (ASCs), para a sildenafila livre e seu principal metabólito, de 29 e 42 vezes (para ratos machos e fêmeas, respectivamente) as exposições observadas em homens que receberam a Dose Máxima Recomendada para Humanos (DMRH) de 100 mg de sildenafila. A sildenafila não foi carcinogênica quando administrada a camundongos por um período de 18-21 meses em doses de até a Dose Máxima Tolerada (DMT) de 10 mg/kg/dia, aproximadamente 0,6 vezes a DMRH na base de mg/m2. A sildenafila foi negativa nos testes in vitro realizados em células bacterianas e em células do ovário de hamster chinês para a detecção de mutagenicidade, assim como nos testes in vitro em linfócitos humanos e in vivo em micronúcleo de camundongo para a detecção de clastogenicidade. Não houve prejuízo da fertilidade em ratos que receberam sildenafila em doses de até 60 mg/kg/dia por 36 dias (fêmeas) e 102 dias (machos), uma dose que produziu um valor de ASC de mais de 25 vezes a ASC observada em homens. Não houve efeito sobre a motilidade ou morfologia do espermatozoide após dose única oral de 100 mg de Viagra® em voluntários sadios.

Resultados de eficácia

Em estudos clínicos, Viagra® foi avaliado em relação a seu efeito, em homens com disfunção erétil (ED), na capacidade para realizar atividade sexual e em muitos casos, especificamente, ao efeito na capacidade de obter e manter uma ereção suficiente para uma atividade sexual satisfatória. Viagra® foi avaliado primariamente em doses de 25 mg, 50 mg e 100 mg em 21 ensaios clínicos randomizados, duplo-cegos, placebo-controlados por até 6 meses de duração, usando vários desenhos de estudo (dose fixa, titulação, paralelo, cruzado). Viagra® foi administrado para mais de 3000 pacientes com idade de 19 a 87 anos, com ED de várias etiologias (orgânica, psicogênica, mista) com uma duração média de 5 anos. Viagra® demonstrou melhora estatisticamente significativa comparada com placebo em todos os 21 estudos. Os estudos que estabeleceram benefício demonstraram melhoras na taxa de sucesso para relações sexuais comparado com placebo. A efetividade de Viagra® foi avaliada na maioria dos estudos usando vários instrumentos de avaliação. A medida primária nos principais estudos foi um questionário (o Índice Internacional de Função Erétil – IIEF) aplicado durante um período inicial (run-in) sem tratamento, de 4 semanas, no período basal (baseline), em consultas de acompanhamento e no final do tratamento domiciliar duplo-cego, placebo-controlado. Duas das questões do IIEF serviram de endpoints primários do estudo; respostas categorizadas foram obtidas para questões sobre (1) a capacidade de obter ereções suficientes para relações sexuais e (2) a manutenção da ereção após a penetração. O paciente respondeu a ambas as questões na consulta final das últimas 4 semanas do estudo. As possíveis respostas categorizadas a estas questões foram (0) sem tentativa de relação sexual, (1) nunca ou quase nunca, (2) umas poucas vezes, (3) às vezes, (4) na maioria das vezes e (5) quase sempre ou sempre. Também coletada como parte do IIEF foi a informação sobre outros aspectos da função sexual, incluindo informações sobre a função erétil, orgasmo, desejo, satisfação com a relação sexual e satisfação sexual geral. Os dados de função sexual também foram registrados em um diário pelos pacientes. Além disto, os pacientes foram perguntados sobre uma questão de eficácia global e foi administrado um questionário opcional à parceira. O efeito em um dos principais endpoints, manutenção de ereções após a penetração, é mostrado na Figura 1, para os resultados combinados de 5 estudos de dose fixa, de dose-resposta de mais de um mês de duração, mostrando a resposta de acordo com a função no período basal (baseline). Os resultados com todas as doses foram combinados, mas os escores mostraram melhoras maiores com as doses de 50 e 100 mg do que com 25 mg. O padrão de respostas foi semelhante para a outra questão principal, a capacidade de obter ereção suficiente para a relação sexual. Os estudos de titulação, nos quais a maioria dos pacientes recebeu 100 mg, mostraram resultados semelhantes. Independente dos níveis da função no período basal (baseline), a função subsequente em pacientes tratados com Viagra® foi melhor do que a vista em pacientes tratados com placebo. Ao mesmo tempo, a função durante o tratamento foi melhor em pacientes tratados e que apresentavam função menos prejudicada no período basal (baseline).


A frequência de pacientes relatando melhora de ereções em resposta a uma questão global em quatro dos estudos de dose fixa, randomizados, duplo-cegos, paralelos, placebo-controlados (1797 pacientes) de 12 a 24 semanas de duração. Estes pacientes tiveram disfunção erétil no período basal (baseline) que foi caracterizada por escores médios de 2 (umas poucas vezes) nas principais questões de IIEF. A disfunção erétil foi atribuída a etiologias orgânicas (58%, geralmente não caracterizadas, mas incluindo diabetes e excluindo lesões da medula espinal), psicogênicas (17%) ou mistas (24%). 63%, 74% e 82% dos pacientes com 25 mg, 50 mg ou 100 mg de Viagra®, respectivamente, relataram uma melhora das suas ereções comparado a 24% com placebo. Nos estudos de titulação (n=644) (com a maioria dos pacientes eventualmente recebendo 100 mg) os resultados foram semelhantes.
Os pacientes nos estudos tiveram vários graus de ED. De um terço a metade dos pacientes nestes estudos relatou relações sexuais bem sucedidas pelo menos uma vez durante um período inicial (run-in) sem tratamento, de 4 semanas. Em muitos dos estudos, tanto de desenho de dose fixa, quanto de titulação, foram mantidos diários pelos pacientes. Nestes estudos, envolvendo cerca de 1600 pacientes, as análises dos diários dos pacientes não mostraram nenhum efeito de Viagra® nas taxas de tentativas de relações sexuais (cerca de 2 por semana), mas houve uma clara melhora relacionada ao tratamento na função sexual: as taxas de sucesso semanais por paciente foram em média de 1,3 com 50-100 mg de Viagra® vs. 0,4 com placebo; de modo semelhante, as taxas médias de sucesso por grupo (total de sucessos dividido pelo total de tentativas) foram de cerca de 66% com Viagra® vs. cerca de 20% com placebo. Durante 3 a 6 meses de tratamento duplo-cego ou estudos abertos de longo prazo (1 ano) alguns pacientes saíram do tratamento ativo por algum motivo, incluindo falta de efetividade. No final do estudo de longo prazo, 88% dos pacientes relataram que Viagra® tinha melhorado as suas ereções.
Homens com ED não tratada tiveram escores do período basal (baseline) relativamente baixos para todos os aspectos da função sexual medidos (utilizando uma escala de 5 pontos) no IIEF. Viagra® melhorou estes aspectos da função sexual: frequência, rigidez e manutenção de ereções, frequência de orgasmos; frequência e nível de desejo; frequência, satisfação e prazer na relação sexual; e satisfação geral no relacionamento. Um estudo randomizado, duplo-cego, de doses flexíveis, placebo-controlado incluiu somente pacientes com disfunção erétil atribuída a complicações do diabetes mellitus (n=268). Como nos outros estudos de titulação, os pacientes eram iniciados com 50 mg e podiam ajustar a sua dose para cima para 100 mg ou para baixo para 25 mg de Viagra®. Todos os pacientes, entretanto, estavam recebendo 50 mg ou 100 mg no final do estudo. Houve uma melhora altamente estatisticamente significativa nas duas principais questões do IIEF (frequência de penetração bem-sucedida durante a atividade sexual e manutenção das ereções após a penetração) com Viagra® comparado com placebo. Numa questão de melhora global, 57% dos pacientes de Viagra® relataram ereções melhores contra 10% dos pacientes de placebo. Os dados dos diários indicaram que com Viagra®, 48% das tentativas de relações sexuais foram bem-sucedidas versus 12% com placebo. Foi conduzido um estudo randomizado, duplo-cego, placebo-controlado, de doses flexíveis (até 100 mg) de pacientes com disfunção erétil resultante de lesão da medula espinal (n=178). As alterações do período basal (baseline) nos escores de duas questões de endpoint (frequência de penetração bem-sucedida durante a atividade sexual e manutenção das ereções após a penetração) foram altamente estatisticamente significativas em favor de Viagra®. Numa questão de melhora global, 83% dos pacientes relataram ereções melhores com Viagra® versus 12% com placebo. Os dados dos diários indicaram que com Viagra®, 59% das tentativas de relações sexuais foram bem-sucedidas em comparação com 13% com placebo. Em todos os ensaios, Viagra® melhorou as ereções de 43% de pacientes de prostatectomia radical comparado a 15% com placebo. As análises de subgrupo de respostas a uma questão de melhora global em pacientes com etiologia psicogênica em dois estudos de dose fixa (n total = 179) e dois estudos de titulação (n total = 149) mostraram que 84% dos pacientes de Viagra® relataram melhoras nas ereções comparado com 26% dos pacientes de placebo. A alteração do período basal (baseline) nos escores nas duas questões de endpoint (frequência de penetração bem-sucedida durante a atividade sexual e manutenção de ereções após a penetração) foi altamente estatisticamente significativa em favor de Viagra®. Os dados de diários em dois dos estudos (n=178) mostraram taxas de relações sexuais bem-sucedidas por tentativa de 70% para Viagra® e 29% para placebo. Uma revisão de subgrupos populacionais demonstrou eficácia independente da gravidade, etiologia, raça e idade no período basal (baseline). Viagra® foi efetivo numa ampla faixa de pacientes de ED, incluindo aqueles com uma história de doença arterial coronariana, hipertensão, outras doenças cardíacas, doença vascular periférica, diabetes mellitus, depressão, revascularização miocárdica, prostatectomia radical, ressecção transuretral da próstata (RTUP), lesão da medula espinal e em pacientes em tratamento com antidepressivos/antipsicóticos e anti-hipertensivos/diuréticos. A análise dos dados de segurança não mostrou nenhuma diferença aparente no perfil de efeitos colaterais em pacientes tomando Viagra® com e sem medicação anti-hipertensiva. Esta análise foi realizada retrospectivamente e não tinha poder para detectar qualquer diferença pré-especificada em reações adversas.

Armazenagem

Viagra® comprimidos revestidos deve ser conservado a temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade e pode ser utilizado por 48 meses a partir da data de fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Características físicas e organolépticas: comprimido revestido azul, em formato arredondado de diamante
 
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As mulheres costumam dizer que o tamanho não interessa, mas isso apenas é verdade até um certo ponto. Se você tem um pénis pequeno a verdade é que você terá fortes dificuldades em satisfazer a sua parceira, o que é deveras frustrante. Ninguém gosta sequer de pensar que não consegue satisfazer a sua parceira, ou gosta de passar pelo embaraço de se despir à sua frente pela primeira vez e não apresentar um ‘bom equipamento’.

Muitos homens menos afortunados têm lidado resignadamente com este problema à centenas de anos, visto pensarem que não havia solução –
até á chegada de ExtraSize. Felizmente, os avanços médicos e tecnológicos levaram ao aparecimento de novos e eficientes suplementos para aumentar o pénis, de modo a que todos os homens consigam satisfazer as suas parceiras, e ExtraSize está entre os melhores.


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Então tem que experimentar este suplemento masculino que anda na boca de todo o mundo.


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Com o seu uso regular vai sentir em pouco tempo um aumento significativo das ereções e da grossura do pénis. A sua resistência também melhora e você irá sentir uma melhoria geral na aparecia do pénis em poucas semanas.


ExtraSize é a escolha certa se você anda à procura de pilulas que melhorem tanto o poder das ereções como o tamanho do pénis. Mas é recomendado o uso por cerca de 6 meses para conseguir obter o máximo de benefícios possíveis, oferecendo-lhe então um pénis grande, saudável e imagináveis ereções. Você vai ter um ‘super pénis’ ao seu dispor.
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Outro dos benefícios deste suplemento é que ele para além de aumentar o pénis também melhora o desempenho sexual no seu todo. Não vai precisar de tomar suplementos ou medicamentos para outros problemas sexuais se andar a tomar este produto natural.
 
Como funciona o ExtraSize?

Este suplemento natural é seguro e simples de usar, pois apenas contem extratos vegetais e aminoácidos. São estes ingredientes naturais que melhoram o desempenho sexual e o tamanho do pénis aumentando o sangue que entra no pénis. Para além disso alguns dos ingredientes de ExtraSize aumentam a libido e a testosterona, criando assim uma poderosa resposta sexual.

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Devido à sua potente fórmula os efeitos conseguidos são permanentes e não desaparecem após parar de tomar os comprimidos. A capacidade dos campos cavernosos albergarem mais sangue mantem-se, tornando o aumento permanente.


ExtraSize não é uma fraude?

Porque é que ele está sendo mencionado entre um dos melhores suplementos para aumentar o pénis desde à bastante tempo? A resposta é simples: porque funciona. Este produto é uma alternativa em conta para muitos medicamentos prescritos e outros procedimentos para aumento peniano, e tem como único objetivo levar a sua sexualidade para um nível superior.


ExtraSize é seguro?

Sim. Como já referido aqui, não tem nenhum componente que possa causar efeitos secundários negativos num homem saudável. No entanto, se você sobre do coração e anda a tomar medicamentos para esse efeito, não deve tomar este suplemento sem antes falar com seu medico assistente.

 
Ingredientes (dose diária):

Maca Root fron Peru
Palm Kernel Oil
Serenoa Repens
Tribulus Terrestris
Saw Palmetto
L-Arginine HCl
Panax Ginseng
Sarsaparilla
Stinging Nettle
Licorice Root


 Como Tomar:
A dose recomendada é de 2 pilulas por dia, depois de uma refeição. Para melhores resultados pode tomar 2 juntas a seguir ao jantar nos dias em que pensa ter relações sexuais. Não supere 3 pilulas diárias.
 
 

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